O que falta na CAEMA
todo mundo com mais de dois neurônios e um mês de serviço já sabe. Porém, o que
sobra, muitos sabem e fingem não saber e,
menos ainda, ousam
mostrar.
Longe de ser uma
empresa que valoriza as capacidades individuais dos seus colaboradores, a
Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão vive sob as rédeas do
fisiologismo político, servindo de cabide de empregos para aliados.
Essa relação
clientelista afeta em cheio o desenvolvimento da gestão de qualquer empresa,
principalmente uma que, quem manda, desempenha maior papel político do que de
gestor. A influência política na CAEMA mais
atrapalha do que ajuda, fazendo dela uma extensão de domínios políticos de
cabos eleitorais; quantos que nela estão que possuem capacidade e é negada a oportunidade
em favor de indicações - os famosos “paraquedistas”-.
Nossa empresa parou
no tempo, está estagnada em um passado distante. Isso se deu justamente pela igual estagnação
daqueles cujo tempo já passou, e isto porque nunca quiseram acompanhar as
mudanças do NOVO. Essa situação barrou qualquer avanço que a CAEMA poderia ter,
visto que a mesma adaptou-se, pasmem, ao VELHO.
Os caminhos que a
tecnologia toma, os avanços que rapidamente tornam-se obsoletos, nos forçam a
se adaptar às tendências, que se renovam em um espaço de tempo tão rápido, que
deixam para trás aqueles que ignoram esse ciclo vicioso tecnológico.
Foi exatamente isso
que os caemeiros “dinossauros” ignoram; esqueceram de acompanhar as
transformações e inovações tecnológicas, porém, o que causa maior espanto é a
empresa adaptar-se a esse atraso e não o inverso. Para confirmar isso, basta
olhar a estrutura “tecnológica” da CAEMA e os que dela fazem uso ou deixam de
fazer por ignorá-las.
Os serviços de campo
são executados à base de gambiarras e improvisos; tantas tarefas que poderiam
ser feitas em um espaço de tempo bem mais curto não fosse as ferramentas tão
arcaicas; E o que dizer de escritórios que ainda utilizam máquina
datilográfica? Só pode ser cinema poderia pensar um Neandertal, mas é fato.
Sobra na CAEMA gente;
faltam cérebros, sobra paraquedistas, faltam pilotos. E dos poucos cérebros e
pilotos que lá estão e que foram admitidos via concursos, o peso de suas idéias
está aquém de um telefone político.
Quantos que lá estão
exercendo cargos de confiança em um ambiente digitalizado, que não sabem o que
significa Word, Excel, scanner, CPU e tantos outros conceitos básicos do mundo
digital; e olha que estou deixando de lado tarefas como ligar um PC, imprimir,
escanear, enviar/receber emails ou ainda montar um data show.
Sobram caemeiros assim, falta
oportunidade aos que assim não o são.
Não se pode levara sério os gestores
de uma empresa que chegou a esse vergonhoso nível. Parece haver interesses para
que a CAEMA continue assim: “esculhambada”.
Se a decência fosse maior que
influência e se a prudência fosse maior que a prepotência, a empresa estaria
muito melhor. Mas a situação é tão apavorante, que já contagiou boa parte de
seus funcionários, que naturalizaram as mazelas da CAEMA acreditando que ela
sofre do mal de Gabriela: “eu nasci assim vou ser sempre assim”, a prova é que
a maioria, ao ler ou ouvir isto, dirá: A CAEMA SERÁ SEMPRE ASSIM.
VIVA OS ANALFABETOS DIGITAIS DA
CAEMA, MAS CUIDADO, SEU CHEFE PODE SER UM DELES.